terça-feira, 22 de novembro de 2011

Emas completa 48 anos e Prefeitura promete grande festa. Tenda Mix estará novamente na cidade. Confira a programação

A cidade de Emas, no Vale do Piancó, estará completando esta semana mais um aniversário. A prefeitura municipal realizará uma grande festa em comemoração ao quadragésimo oitavo aniversário da cidade.

As festividades de emancipação política terão início na próxima sexta-feira (25) e só se encerrarão na segunda-feira (28). Na sexta-feira, a abertura das festividades será feita às 16 horas no Centro Recreativo com uma feira cultural resultante do Projeto “Conhecendo Emas”.

Entre vários eventos, no sábado (26), haverá um torneio de futebol e uma Tenta de Saúde onde serão disponibilizados vários serviços a comunidade. Durante a noite, a prefeitura municipal colocou disponível em praça pública a “Tenda Mix”, sucesso do João Pedro 2011 da cidade.

No domingo (27), será realizado um desfile alusivo aos 48 anos de emancipação política da cidade, entre outras comemorações. A partir das 22 horas, a Tenda Mix também estará armada no centro da cidade.

Por último, na segunda-feira (28), será realizado na escola Vicente Nunes Tavares, o “Programa Cidadão”, pela Secretaria de Ação Social, que contará com a expedição de documentos. Durante a tarde e noite, também será realizada uma missa solene e um culto em ação de graças.

Confira a programação. Click para ampliar





Fonte: CatingueiraOnline com Assessoria da PME



Confira a história do municipio.


Histórico:

A colonização do município de Emas pelo o homem branco teve inicio por volta do século XVIII segundo consta em dados encontrados sobre a chegada das primeiras famílias em meados de 1753 quando pertenceu a Sesmaria Nº443 em 3 de março de 1757,José Pereira da Cruz, morador no Sertão do Piancó, sendo senhor e possuidor de um sítio de terras no dito sertão, chamado Ginipapo que tinha povoado com casas, vivendas, gado vaccum e cavallar, e que o houvera por compra, que delle tenha sido feito a mestre-de-campo, Francisco D'Avila, e como não tinha mais titulo do que a escritura de venda que se lhe havia feito, e para segurança de sua posse e domínio queria alcançar delle data de sesmarias, confrontando pela parte do nascente com o sitio - da vargem-do-ovo- pela vargem do Angicos e Várzea da Emas e pela parte do poente com o sítio do Peixoto e da S. Cruz, e pela parte do sul com o sitio Malhado do Boi na Lagôa do passarinho e pela parte do norte com o sitio Campo Grande pela parte da serra do mesmo sitio, servindo esta e a das Queimadas de divisão com três léguas de comprido e uma de largo. (Fez a concessão, no governo de Luiz Antonio de Lemos Brito. )

Outro Fato que consta a existência de famílias já residindo nesse perímetro rural é a constatação de várias famílias terem sido dizimadas pela cólera - epidemia que atingiu o Brasil em 1774. Em nosso município foram atingidos os sítios Marrecas ( lado leste), Campo Grande e Riacho do Boi( Lado Norte ) onde hoje ainda existe um cemitério construído naquela época p/ sepultar as vítimas da cólera.

Vale ressaltar que mesmo antes da chegada do homem branco neste município o mesmo já era habitado por índios da tribo Tarairius ( Ainda ñ sabemos quando os mesmo habitaram aqui pois os sítios estão em fase de estudo).

Por volta de 1810, procedentes de Pombal, chegaram à região onde está situado o município de Emas, a família Lopes da Silva que se organizaram na fazenda Angicos, explorando a agropecuária ( criação de gado e plantio de algodão). Com a prosperidade desta fazenda e de outras famílias que aqui já moravam foram chegando várias outras famílias estabelecendo novas fazendas para o cultivo do algodão e criação de gado.

Em 1906 chega também a estas terras o Sr. João Nunes Tavares-viúvo, vindo do município de Imaculada-PB. Ao chegar, precisando de um espaço para continuar a vida de agricultor, compra o sítio Várzea de Emas de propriedade do Sr José da Silva Cavalcante ( Zé da Silva), constrói uma casa no local e vai morar com sua família ( a mesma não serviu como ponto de referência para o início do povoado).

Mais tarde, por volta de 1917 chega seu filho Joaquim Nunes de Gouveia o precursor. Viúvo casa-se com a Sra Maria Nordeus Dantas, natural de Pombal. Necessitando de um abrigo para se alojar com a família, constrói uma casa e em seguida uma latada ( Barraca Coberta com palhas ) par botar uma bodega para vender farinha, fava e feijão trazida do brejo paraibano em lombo de animais mesmo contra a vontade de seu pai ele dar continuidade a bodega. E como todo centro urbano o espaço foi crescendo com a construção de moradias formando assim a vila chamada Emas ( nome dado devido a existência de uma lagoa que servia de manancial para as aves saciarem a sede, repousarem e se alimentarem).

Com a prosperidade destas áreas, foram convergindo outras estruturas para o cultivo do algodão. Devido ao crescimento na produção algodoeira foi construída em 1917 pelo Sr João Nunes Tavares a 1ª usina de beneficiamento de algodão “chamada de máquina a vapor” onde hoje funciona a Escola Estadual Pe Francisco Lopes.

Mais tarde, por volta de 1923 o Sr Manuel Pereira Filho em parceria com a Firma Araújo Rique & Cia visando um maior empreendimento instala na Fazenda Várzea Nova outra máquina a vapor para o beneficiamento de tal produto contribuindo para a vinda de novos moradores e por ser mais moderna contribuiu para o fechamento da 1ª usina.

Diante da necessidade de um templo religioso em 1934 é concluída a construção da capela que tem como padroeira Santa Terezinha do Menino Jesus, cuja festa é celebrada em 1º de outubro em terreno doado pela Sra Maria Joaquina da Conceição- viúva de João Nunes Tavares

A emancipação política só aconteceu no dia 28 de novembro de 1963 através da Lei de Nº 3.115 sendo instalada em 25 de dezembro do mesmo ano, desmembrando-se do município de Catingueira, graças ao empenho do deputado Antonio Leite Montenegro e dos srs Aprígio Alves Pereira e Edivaldo Miranda



Portal R2-fonte Catingueira Online

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